O Barão de Coubertin, que tinha horror à idéia de mulheres nas Olímpiadas, deve estar chacoalhando seu coração, sepultado nas ruínas de Olímpia na Grécia.
Luta livre é foda.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Espírito Olímpico
às 09:39 2 comentários Marcadores: Atualidades
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Publicidade de qualidade você não vê por aqui
Quando eu assisto comerciais na tv, normalmente, me assalta um zelo comunicacional impressionante. Eu me irrito profundamente com um comercial que diz que "brahmeiro não esquece de onde veio". Mas que porra é um "brahmeiro"? A propaganda não devia vender a cerveja? Se eu beber Sol sou um "soleiro"? Por acaso o rótulo da garrafa acompanha o consumidor agora? E se eu comprar a Brahma só quando esta vai para promoção, deixo de ser brahmeiro? Brahmeiro também subentende adoração ao deus Brahma? Por que falar do estilo de vida do Zeca Pagodinho? Alguém aí quer ser como o Zeca?
Me aborrecem enormemente a série de comerciais do Bradesco sobre as olímpiadas com aquela fanfarra aguda por trás - num arremedo de "Carruagens de Fogo" misturado com o Hino Olímpico. Não dizem nada. Você assiste esperando que algo aconteça na porcaria do comercial, mas nada. Ficam os atletas competindo, a música idiota no fundo e... nada!
Mais engraçado ainda é eles terem usado o Thiago Pereira nas peças, que ganhou duzentas medalhas no Pan - oh meu Deus, que grande atleta, diz a Globo e todo mundo, que perigo para o Phelps - e foi para as olímpiadas fracassar miseravelmente em todas as provas que participou. Do outro lado, o tal Cielo que foi lá e, tal como Julio César, ao matar meia Ásia, pôde dizer: "vini, vidi, vinci" (vim, vi e venci).
Mas voltando às publicidades, é notório que coisas realmente legais e bem sacadas sejam de fora. Muitos comerciais da Quilmes (cerveja argentina) são apaixonantes. Os da Audi, da Honda na Europa são fantásticos.
Como exemplo do que eu tô falando, assista este comercial da Honda da Grã-Bretanha:
às 18:11 0 comentários Marcadores: Atualidades, Mídia
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Por Una Cabeza, não Por Un Corazón
Descobrir que o tango "Por Una Cabeza", de Carlos Gardel, se refere a história de uma corrida de cavalos perdida no final e não a uma formidável e medonha desdita amorosa é, doravante, a maior decepção de toda a minha vida.
Pra quem não lembra, o tango mencionado compõe a trilha sonora do filme "Perfume de Mulher" (Scent of a Woman, 1992), com Al Pacino.
Ouça:
Perfume de Mulher - Por una Cabeza
às 16:45 1 comentários Marcadores: Cinema, Cultura, Memórias
