Crise.
criativa
é não ter metas
é olhar pras paredes
não ver sentido
nem arestas.
Crise
criativa
é não ter paciência de Jó
é escrever
poema
sem rimar
com verso
de uma palavra só
achando
que
isso
é
criar.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Crise
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Rádio: Mark Lanegan - Ugly Sunday
Ê Lanegan velho de guerra:
às 17:16 0 comentários Marcadores: Rádio blogue
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Igualzinho
Curioso: irmão gêmeo do presidente polonês, morto recentemente num desastre aéreo, se candidata à presidência da Polônia.
às 11:39 0 comentários Marcadores: Atualidades
domingo, 25 de abril de 2010
Atonismo
Estamos todos juntos
e vamos de braços dados
desbravando nossos mundos
vamos nos escaldar no gelo desse inferno
dormindo ao relento
com destinos abraçados
esquecer do eterno
fazendo caso dos sonhos pequenos
Vamos todos juntos,
uns mais, outros menos
aquecer o inverno.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Torquatozan de Drummonzanil
Eu também queria
que ao nascer
me viesse um anjo torto
que me chutasse pra esquerda
nem muito, nem pouco
e me fizesse do contra.
Eu queria um destino sem conforto
dum anjo muito louco
entregue aos dementes
que me dissesse pra desafinar
e eu fosse
sorrindo estragar
a cantoria dos contentes.
Mas quando eu nasci
veio um anjo sem sal
abobalhado e comum;
e o desgraçado, me disse
vai, rapaz, se vira
você é só mais um
que veio fazer coro
com os indecentes.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Estados
A título de complemento, porque abundam mentes pueris, sedentas em dar vazão às suas repreensões e inseguranças arrotando uma erudição que não têm e um conhecimento do qual sequer desconfiam, é uma boa ocasião dizer que Estado, estado nacional, construção humana que fundamenta a noção comum que define e distingue o que são os países, é um conceito que se embasa no reconhecimento dado pelas instituições que congregam o coletivo de países, das quais a mais notável é a ONU. Ou seja, o Tratado de Latrão, apenas como um exemplo, não faz do Vaticano um país. Faz do Vaticano, reconhecidamente, um território independente à vontade da Itália, que o cerca por todos os lados. O Tratado firmado em 1929 apoquentou as demandas católicas, nascidas com a unificação italiana no século XIX que causou à Igreja a perda de todo o vasto império que detinha e que se extendia do salto da bota ao norte do que hoje é a Itália - com Roma e tudo mais, inclusive. O tratado, enfim, deu paz ao governo de Mussolini, o líder fascista que precisava do apoio católico e engessou qualquer ingerência religiosa ao fazer a vontade do papa, lhe conferindo uma porção de terra na qual ele, Mussolini, não teria qualquer autoridade. De resto, a Convenção de Montevidéu, vim a saber depois de breve pesquisa, vem a ser o marco regulador daquilo que se define estado e que obriga a existência de: território, povo e governo reconhecido externa e internamente e que mantenha relações com outros governos. Daí conclui-se: o Vaticano, por pequeno que seja, dispõe de território, mas é questionável se possui "povo" e se seu governo é, de fato, reconhecido externamente.
O Tratado de Latrão, portanto, não configura o Vaticano como um estado independente. Apenas o faz uma porção de terra independente da vontade romana e italiana - e isso, insisto, não é o caráter de estado. O que o faria um estado seria o reconhecimento da ONU, assim como das nações do mundo, a composição de um povo, a presença de embaixadores vaticanianos nas Assembléias Gerais e mais variados conselhos da ONU, o que nunca aconteceu, e para nosso bem estar comum, é bom que não aconteça. Dizer, enfim, que o Vaticano é um estado nacional de direito e que, por conseguinte, o seu governante, o papa, é um chefe de governo e estado é um ridículo que ultrapassa os dilatados limites do ridículo, mesmo vindo o argumento de quem vem, porque como dizia o Barão de Itararé, "de onde nada se espera, é que não sai nada mesmo". Sobretudo, nada que preste.
às 00:01 2 comentários Marcadores: Evangelhos
terça-feira, 20 de abril de 2010
Hai-kais e frustração
Hoje eu fui tentar escrever um hai-kai. Hai-kai demanda de observação, porque o gande barato nesse método de poesia está na relação entre o abstrato e o real, o sensível e o imponderável. Hai-kai, portanto, basicamente, é coisa de espíritos mais contemplativos, o que, desconfio, não é bem o meu caso.
Para além disso hai-kai viaja nas sinapses do coração e nos pulsos da mente com a velocidade da luz. Hai-kai não é rápido porque é curto, 3 versos, 5-7-5 ou 7-5-7 sílabas, hai-kai é rápido porque é um pensamento desses que a gente tem todo o tempo, só que eternizado por alguém que o escreveu e embotou em rimas.
Hoje eu fui tentar escrever um hai-kai, e como é mais ou menos uma constante inexorável na minha relação com esse honorável modelo de poesia japonês - talvez a única contribuição do Japão à cultura que realmente é relevante - ocorreu que fracassei miseravelmente, deu até vontade de, dando vazão às modas japonesas tão em voga, de cometer um haraquiri. Hai-kai, a despeito da aparente simplicidade, é um tipo de poesia que se faz à forcéps.
E é melhor eu voltar a trabalhar.
às 16:53 1 comentários Marcadores: Memórias
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Bad trip
Pai, eu estou todo fodido. Está todo mundo fodido. Pai, eu acho que não dá. Dá, porra, sempre deu. Pai, tá cada vez pior, vai desandar, é tudo a mesma merda. Tá todo mundo reclamando disso desde sempre. Pai, eu tô fodido. Relaxa, que tá todo mundo fodido. Quando você for embora, eu vou virar essa merda toda de pernas para o ar.
Ela era tarada por organização.
Eu vou avacalhar tudo. Vou criar ratazanas nos lençol, vou alimentar baratas na louça. Que se foda, eu vou virar essa merda toda de pernas pro ar. Não vou deixar a janela aberta, aqui não nasce mais sol. Que se foda. Vai brotar mofo na penumbra estéril desse quarto. Meu desodorante será o formol, meu sorriso decadência. Eu quero anarquia, desordem, odor.
Eu era tarado por liberdade.
domingo, 18 de abril de 2010
Gaiola das Loucas, mais uma vez
Já que escândalo pouco é bobagem, estourou em Malta, ali do lado de Roma, outro caso de pedofilia, onde misericordiosos homens de batina, embuídos do mais firme e casto espírito cristão, foram botar as mãos onde não deviam - e, dado o caráter do crime, não deve ter sido só as mãos, se é que me entendem. E o papa rodou a batina, vestiu suas saias e chapéu engraçado, desembarcou na ilha e foi, claro, rezar com as vítimas. Sim. Rezar. Resolve tudo. Rezar é uma forma de achar que se está fazendo alguma coisa, quando não se está fazendo nada.
às 23:08 0 comentários Marcadores: Atualidades, Evangelhos
Aforismos - Fé
Jesus te ama tanto que se você, usando com honestidade a sua racionalidade, não acreditar nele, ele te manda pro inferno.
às 22:03 0 comentários Marcadores: Aforismos
Só mais um
É só mais um poema
só isso
que começa meio assim
um verso aqui
uma rima ali
segue sem tema
acaba que não tem fim
é só mais um poema
desses que a gente esquece
se desdobra incidental
é só mais um poema
onde tudo se escurece
e rima no final.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Teje preso, seô Papa! - A Gaiola das Loucas 2
Já há alguns dias ensaio essas linhas. Não que tenha adquirido o mau vezo de ponderar minhas bagatelas aqui constantemente regurgitadas, como oceanos de vômito mental, que se desdobram em intermináveis vagas e marés, conforme me abundam tempo, inquietações, ideias e assuntos. Não necessariamente nessa ordem. Mas é que me faltou tempo para escrever sobre o assunto. Vida de subempregado da mídia, não sei mais onde vai hífen, assim como não sei mais pra onde vai a vida, mas isso é outra história, porque o que toca escrever aqui é que, subempregado, ou sub-empregado que sou, da mídia prevalecida, se esvai por entre meus dedos todo o tempo que nunca tenho, escorrendo como a areia das ampulhetas, com a desvantagem de que, virando as mãos, não torna a areia a escorrer. E muito menos o tempo, backwards, como diriam os ingleses, mas que eu, que não sou inglês, só posso dizer em perífrase: "e muito menos o tempo, que não torna a correr, que não volta". Mãos não contam o tempo, conforme longa e larga filosofia humana nos contam. Contassem o tempo e não teriam criado as ampulhetas. Ou os relógios de sol. E mais tarde, os maquinismos até hoje muito úteis, mas que com celulares e outros portáteis estão tornando-se objetos de ostentação cada vez mais caros, infelizmente, porque sempre gostei de relógios de pulso, e daria um rim ou 10 anos da minha vida para ostentar um ou outro modelo Tissot, ou Citizen. Eu sou um poço de futilidade.
Mas muito antes de falar sobre minha tara por relógios de pulso, tinha a intenção, e por lá fiquei, parece, de falar sobre o episódio em que Richard Dawkins, um tipo de Obama do ateísmo, o campeão das hostes descrentes e sem fé, um bastião da dura luta da divulgação científica nessa terra de selvagens, um "papa" do ateísmo, assim como McLuhan foi cognominado da comunicação, anunciou que processaria o papa Bento XVI em virtude da sua complacência e cumplicidade em tantos e tantos casos lamentáveis de pedofilia e abusos sexuais contra as ovelinhas do Senhor, promovidos pelos seus aguazis nos quatro cantos desse mundo redondo.
Ponto, parágrafo: supondo que você do outro lado esteja meio cru no assunto, já pinguei por essas páginas algo sobre o momento recente das taras dos homens de batina:
Leia mais: "O
papa, o profeta e o suporte religioso para o mal"
Leia mais: "A Gaiola das Loucas"
Feita a digressão, ponto. Voltemos ao texto:
O papa pode ser preso, primeiro e antes de tudo, porque é um homem comum - eu tenho tanta autoridade quanto o papa, a única diferença é que eu não tenho tanta gente que acredita nisso (e nem disposição para defender pedófilos, acusar vítimas, patrocinar o morticínio pela aids na África ou usar chapéis engraçados - tenho horror a chapéis engraçados, fé cega e mulher apaixonada), é um homem comum cuja cabeça, como diria aquele outro sedento por decapitar os potentados monarcas absolutistas (do qual o papa é o último remanescente) nos tempos das escaramuças de Cromwell, ou mais tarde nas da Revolução Francesa, deve responder pelos mesmos crimes e mesmas responsabilidades que o mais modesto plebeu. Para além disso está o fato de que "sua santidade" - que se frisem as aspas - não é chefe de Estado, embora seja o monarca absoluto de um bairro em Roma, que é o Vaticano. Dá mais ou menos para chamar de país, porque está aí Mônaco e seus nababos ostentando flâmulas e pavimentando o oceano para abrigar mais nababos. Não sendo o papa protegido pela imunidade conferida aos chefes de Estado em visita à boa ilha da Inglaterra, anciã na arte de pôr às mãos nos reis escolhidos, diziam, por Deus, pode suceder que o prendam, se este cair no desazo de por lá pisar e se, evidentemente, der motivo. E motivos, convenhamos, não faltam, para que "sua santidade", de aspas frisadas e batina amassada, vá ver o sol nascer quadrado de um xilindró londrino, por força do processo com o qual lhe acena sorridente Dawkins e toda a boa gente que promove a descrença. Eu daria barrigadas de riso.
A questão é espinhosa e se embrenha em sutilezas, como toda querela jurídica - sobretudo estas que se embasam no direito internacional. Ocorre que o Vaticano não é uma nação reconhecida pela ONU, o que faz do papa apenas um cidadão alemão comum, embora tenha passaporte vaticaniano, e por ser um alemão ordinário - com duplo sentido, por favor - é objeto de qualquer sansão legal por crimes que venha a cometer. É o mesmo princípio que levou Augusto Pinochet para trás das grades, ser julgado por crimes contra a humanidade, quando foi passar férias na Inglaterra nos anos 1990. Dois criminosos, de crimes e dignidades diferentes, Pinochet um assassino debochado e truculento, Bento XVI um cúmplice de pervertidos debochados. A diferença entre os dois reside no fato curioso de que bem poucas pessoas acham absurdo prender um genocida e ex-ditador. Assim como todos acham de muito bom proveito à humanidade processar criminalmente pedófilos e cúmplices desses depravados. Mas a proporção é inversa quando se trata de padres e do chefe deles. Tudo muda de figura se o sujeito usar um chapéu engraçado, uma saia, jurar pela vida toda pobreza e castidade sem ser capaz de cumprir, e ainda ter a cara-de-pau de dizer que as vítimas são culpadas e que os crimes que comete e patrocina e que, quando denunciados, bradam e evidenciam uma "perseguição" a si e à instituição que representa. Mas nunca a manifestação da verdade. Quando isso acontece, pessoas racionais dizem que é absurdo. Que o papa é intocável. Vivem na Idade Média. Como se o tempo voltasse, inverdade já esmiuçada no primeiro parágrafo deste texto, vão para o tempo em que uns eram melhores que outros, e a eles tudo era dado, inclusive o direito de sobrepor-se à Lei, ao certo e ao errado.
E pedofilia é um crime contra a humanidade. E o papa, na melhor das hipóteses, foi cúmplice de hordas de padres que puseram a mão e outras extremidades onde não deviam. No vulgo, sem ser vulgar, foram mexer com quem não deviam. E o papa, quando prefeito da Santa Inquisição, fez vistas grossas. Semana passada uma carta, assinada pelo então cardeal Ratzinger em 1985, manifesta sua misericordiosa contrariedade em expulsar e entregar um padre pedófilo às presas pingando saliva da Justiça comum. Haja bondade.
O que impressiona é a reação das pessoas diante da ameça de alguém deitar as mãos no Seu Bento - defendem-no como a um santo, um mártir, proscrito pela sua fé e conduta correta. A fé cega. Como se "sua santidade", em vez de tratamento, tornasse-se dignidade automática do papa. Como se o cargo que ocupa, por vontade, construção e intenção humana, fosse necessariamente um pendão de Deus a sobraçar ameaçador sobre nossas cabeças. Como se, enfim, o papa fosse infalível e estivesse incólume, longe das inquietações humanas, longe dos nossos erros e vícios. Como se papa não pecasse. Como se o papa tivesse seus pecados automáticamente redimidos, seus crimes perdoados. Por mais que abundem toneladas de provas e indícios em contrário. E se nada foi comprovado e o papa é inocente, ora, que permita que a verdade se descortine por de trás de suas saias. Se não tem o que esconder, por que o silêncio sepulcral em torno dos crimes? Por que dizer que as denúncias contra seus jagunços religiosos, brandindo ameaçadores crucifixos e bíblias, ameaçando todo o mundo de danação eterna, é uma perseguição maquinada por satanás? Por que, enfim, ofender as vítimas e não ser capaz da humildade de um pedido de desculpas?
Como diz um amigo, "ora, que bonito, eles passam a vida toda reprimindo a vida sexual de milhões de pessoas, enquanto praticam sexo com crianças". Ou como o deboche me manda lembrar: "o papa passa a vida toda proibindo as mulheres de darem. E elas continuam dando. O papa passa a vida toda ameaçando de danação eterna os homossexuais, ao passo que debaixo das suas saias, um jagunço seu encomenda garotos de programa pagos com o suado dinheiro do dízimo, colhido das mãos ignorantes das multidões. E há ainda seus esbirros espalhados pelo globo, aliciam menores e outras coisas feias". E a saída para tudo isso? Ora, penitência!
Aliás, nada mais surpreende. Não levaram 400 anos para perdoar Galillei?
Fosse eu o líder de uma empresa, e um dos meus funcionários cometesse pedofilia e eu acobertasse, seríamos ambos, quando descobertos justamente acusados, presos e responderíamos pelo crime. Por que o papa não? Por que Deus não quer? Então quer dizer que Deus está de acordo com a pedofilia?
Leia mais: "O papa, o profeta e o suporte religioso para o mal"
Leia mais: "A Gaiola das Loucas"
às 12:59 1 comentários Marcadores: Atualidades, Evangelhos, História
domingo, 11 de abril de 2010
Domingo no Morumbi
Futebol é sentimento. É ônibus apertado. É ingresso chorado. Futebol é x-pernil. Futebol é Morumbi lotado. Futebol é sorriso, amigos. Futebol é espetáculo. Futebol me deixa rouco e com voz de pato gripado. Futebol é legal. Não importa se seu time perde. Importa é que deu sangue, os caras correram, perderam essa, mas eles são de casa, eles vestem a camisa, eles são seus camaradas, você tolera as falhas, diz um "pô Júnior César" como diria um "pô fulano" pra um amigo que pisa na bola (!). Outras eles ganham, não importa. Futebol é paixão. Futebol é conquista. Futebol é arte, é resultado. Futebol é um pouco de tudo. Futebol é um barato.
às 21:42 1 comentários Marcadores: Memórias
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Tempo x Tempo
Eu tinha para esta semana uns 5 excelentes assuntos. Faltou tempo. Houve, também, tempo em que eu tinha tempo, mas não tinha assunto.
É a vida.
às 22:38 1 comentários Marcadores: Memórias
terça-feira, 6 de abril de 2010
Torquateza
Hoje eu me desafiei
a escrever versos de tamanha torquateza
Hoje eu me frustrei
fiquei nas minhas cismas de gentileza.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Um teorema
Como se fosse simples
ler uma síntese
ser um teorema
como se fosse fácil
respirar uma teoria
viver de antítese
morrer num sistema
Como se fosse simples
se esvair de hipocrisia
ser um pouco de heresia
pra viver de poesia.
Memórias do dia em que descobri que, no fim das contas, não era bem eu o teorema.
sábado, 3 de abril de 2010
Intrigas da oposição
Eu esgrimo contra a minha oposição
em debates, retóricas e contradição
sediciosos movimentos e conspirações
me levam a dizer que a única chance
reside em negar as comoções
mover as engrenagens da minha democracia
ignorar o clamor da maioria
e lutar contra o romance e a emoção
e as intrigas da minha oposição
é hora de dar o golpe
tomar num só gole
todo meu poder de transformação.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Sabotagem
Por alguma razão, não saem fotos via iPod. Mas deveria. Mais tarde, ou nunca, enfim, eu acerto isso.
E já que o assunto era trabalho, ora, não percamos a oportunidade. Quem usa tuíter, @abrilnacopa e @placar.
Sigam-nos os bons!
às 22:45 1 comentários Marcadores: Memórias
Workaholic days
Estou tão cansado que dá preguiça de pensar, que dirá de escrever. Postarei uma vista do sétimo andar, do trabalho, da assepsia do jornalismo de resultados. Ao fundo, a Marginal Pinheiros, o esgotão que foi rio, que fede, os carros que vão sem ir, as vidas que passam a sorrir:
às 22:41 0 comentários Marcadores: Memórias
