segunda-feira, 8 de julho de 2013

Sem Snowden

Vem muito ao caso toda essa sofreguidão com que, revela-se agora, os norte-americanos espionam o mundo digital a troco de matar toda a colossal curiosidade que parece habitar os aparatos de segurança e vigilância lá deles.

Vem muito ao caso, digo, as denúncias porque eu as inaugurei quando, em março deste ano, sem Snowden nenhum para valer-me, identifiquei que fui visitado por algum esbirro do Departamento de Estado norte-americano. Provavelmente tratava-se de algum bisbilhoteiro ainda verde, recém saindo das escolas formadoras de novas e cada vez maiores gerações de sequazes daquelas paragens. A se lamentar o fato de tê-las inaugurado em março e ninguém ter me dado qualquer crédito, o que só reforça minha fama de jornalista de meia-pataca.

Distraído, nosso malsim, sinônimo para espião constante em qualquer dicionário, vá lá conferir, acessou o blog e esqueceu-se provavelmente de apagar os registros. A história você lê aqui.

Estamos todos, portanto, à mercê da insaciável curiosidade, desse voieurismo louco do estado norte-americano.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Rádio: Mark Lanegan - I'm not the loving kind

Sempre ele