quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Churchill

As pessoas que me conhecem um pouco sabem do interesse muito curioso que eu voto pela Segunda Guerra Mundial. Ao longo do tempo, por este interesse ser motivado por uma cepa de genes muito teimosos e insaciáveis, o foco foi abrindo.

Dos múltiplos assuntos que permeiam a Segunda Guerra – e aquele que pretende conhecer dela algo de razoável sabe que são, de fato, muitos – foram surgindo outros temas. As personagens, precisei conhecer a biografia delas. Passamos para o contexto do mundo, na cultura, no esporte, enfim, eu nunca parei.

Estou no momento relendo “Sangue, Suor e Lágrimas”. É um compêndio que agrega os mais brilhantes – e devastadores – discursos de Winston Churchill (um ícone para mim – não tenho ídolos). Para aqueles menos versados na história do conflito que quase azedou definitivamente com a vida do homem na Terra, é mais ou menos o seguinte:

Nos anos imediatamente anteriores à conflagração da guerra, em 1° de setembro de 1939, por diversas vezes, Churchill alertou o governo de Sua Majestade quanto às intenções nazistas e o estado precário das defesas inglesas num eventual conflito. Churchill, em que pese o fato de que ao ler toda a sua obra percebemos que era sim defensor da paz, só a via possível naquele momento numa maciça e irrestrita campanha de reaparelhamento do material bélico inglês. Ele estava certo.

Os discursos são excepcionais, ótimos, fantásticos. Brilhantes. Churchill é uma figura impressionante.

1 comentários:

Laura Bourdiel disse...

Certa vez assisti um documentário com uma coletânea de frases de Churchill. Devo concordar que seus discursos são realmente excepcionais.
"Um otimista vê uma oportunidade em cada calamidade. Um pessimista vê uma calamidade em cada oportunidade."