domingo, 7 de dezembro de 2008

Auto-ajuda e final feliz

Uma vez, devem fazer já uns 6 anos ou mais, um colega me perguntou (a verdade é que à época ele era meu melhor amigo, mas os rumos diferentes que nos levaram acabaram por nos afastar, não o vejo fazem uns 3 anos, e isso é triste): cara, eu nunca namorei. E agora tô namorando e não sei se gosto mesmo dela, como que eu faço?

Eu não lembro direito o que, do alto de toda a experiência afetiva que nunca tive, eu disse - embora uma anotação aqui e ali tenha em si o sentido aproximado. Contudo, sei resumir o sentido daquilo que hoje, tanto tempo depois, se torna tão verdadeiro:

Primeiro que isso só você pode descobrir e saber, ninguém vai dizer para você isso, não tem jeito. É pesar o que vale e não vale à pena, o que você vê no amanhã e no presente, se ela tá nesses momentos todos. E depois isso tem muito a ver com vencer a insegurança e fazer escolhas. E escolher é arcar com responsabilidades, saber se você acredita naquilo tudo que você faz, e isso é mais geral, eu falo de tudo. Uma vez alguém me disse que fazer escolhas e enfrentar as responsabilidades é o que nos faz de adolescentes a homens, a adultos.


Ah sim, até onde sei, casaram-se ano passado.

4 comentários:

Anônimo disse...

são as escolhas!!! =D

Anônimo disse...

são as escolhas!!! =D

Anônimo disse...

são as escolhas!!! =D

Laura Bourdiel disse...

Escolha versus Destino, Certeza versus Contingência, Destino versus Liberdade, Livre Arbítrio versus Imposição... e aqui o problema adentrou a metafísica!

Ahhh... deixa pra lá! Até que a morte os separe...

¡besitos!