"Ennio Morricone diz que não trabalha mais em filmes de Quentin Tarantino".
Obrigado, velho amigo, obrigado pela única vitória do dia: aqui.
Morricone disse que o diretor coloca as músicas sem coerência em seus filmes. Não espero que fãs do "diretor" entendam a ideia de coerência. Mas, ainda assim, gostaria de que todos vissem a cena de abertura de "Era uma vez no Oeste". Longa, lenta e trabalhada, toda a cena, comunica pelos sons. É o "design de áudio", idealizado por Morricone para a cena.
Aquilo é genialidade e coerência com a proposta do filme, um dos mais lentos do cinema. Fazer o que Tarantino fez em "Django Livre", pegar uma composição de Morricone aleatória e a colocar no filme, é falta de coerência.
Grande Ennio.

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