Ultimamente tenho assistido a série Cosmos, idealizada, apresentada e escrita por Carl Sagan. Os documentários nos colocam no devido lugar: nos dão noção da nossa insignificância perante o que nos cerca, nos trazem uma perspectiva impressionante de um mundo incidental, da vida por acaso químico, do espaço indiferente a nossa condição humana. Cosmos é ciência, é difusão do conhecimento, é filosofia e um pouco de poesia, porque Carl Sagan tinha uma veia para a palavra escrita que o fez, além de cientista de carreira para lá de produtiva, um autor respeitadíssimo e a qualidade do texto adaptado de sua obra está presente em cada episódio de Cosmos.
E o vídeo que segue, embalado por Mogwai, embora não conste em Cosmos, dá uma boa noção da série, do texto de Sagan e, para muito além disso, de nós mesmos:
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
O pálido ponto azul
às 23:39 Marcadores: Cinema, Cosmo por ele mesmo, Cultura, História

5 comentários:
Adoooro Carl Sagan! com seu Bilhões e Bilhões me trouxe uma nova perspectiva da matemática.É foda.
baixando esse trem aos poucos.
baixando esse trem aos poucos.
baixando esse trem aos poucos.
é ....somos um pixel ???
vamos à forra, ninguém vai notar mesmo...
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