quarta-feira, 29 de abril de 2009

Da vida

E no no fim das contas, talvez, a vida não seja um porre de serotonina.
É na verdade uma embriaguez de cicuta,
que a gente vai bebericando de golinho em golinho,
Vive e envenena-se numa eterna labuta;
Experiências, pessoas e sentimentos...
E tudo, no fim, foi um sonho de que se acorda sozinho.

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