Não há poesia;
não há dia, nem paliativo
que alivie a verdade
de que eu vivo na intensidade
dos pulsos tresloucados
desse amor radioativo.
Na minha poesia não há versos.
Corroídos há muito como meu coração,
Ausentes como a percepção de mim.
Corrói procurar e não encontrar,
dói olhar e não te achar,
sequer em mim.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Radioatividade
às 21:20 Marcadores: Poemas para combater a calvície

1 comentários:
ler todo o blog, muito bom
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