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| Tomahawk lançado de submarino inglês submerso. O líbio nem viu de onde veio... |
Ninguém foi bombardear os líbios, certos ou errados, apoiadores ou revolucionários, por salvaguardas humanitárias, ou intenção honesta de preservar uma massa fustigada de uma ditatuda hipócrita, despótica e hoje sedenta de democracia (dizem eles). A ideia é desfilar equipamentos bélicos para encantar compradores para as próximas décadas. O boom de defesa está aí, Estados no mundo todo se armam e não é coincidência que, basicamente, todas as vanguardas em matéria de caças (já acontecem os testes dos modelos de quinta geração, que devem atingir estado da arte em 2014-2015), desenvolvimento de propulsão para submarinos independente do ar e do átomo e toda uma nova família de mísseis estejam para pipocar nas vitrines da civilização. E incontáveis outros saltos em logística e outros materiais bélicos.
Isso sem contar, evidentemente, nos avanços de secos e molhados (novos rifles, munições, explosivos, táticas florescidas na poeira e no lamaçal regado a sangue em campos de batalha do Iraque e em tantos outros rincões tumultuosos desse admirável mundo velho). E também nos progressos tecnológicos que estão aí a dilatar as capacidades da guerra eletrônica a ponto de que, tal qual você com seu computador-tablet-notebook-smartphone jamais consiga acertar pé com o progresso técnico, governos e aparatos militares jamais estejam em pé de igualdade com o que há de mais avançado em monitoramento passivo e ativo de qualquer espaço físico.
E como diria Brecht, a quem interessa?


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