Hoje a Aston Martin, a montadora de maior carisma no mundo conhecido, completa seus primeiros cem anos de vida. Nesse centenário, foi de fabricante de fundo de garagem a campeã de Le Mans. Se eternizou com o DB5 prateado dos filmes de James Bond, quase sucumbiu junto com toda a indústria automobilística inglesa, sobreviveu nas mãos da Ford. Hoje, independente, produz o DB9, o Rapide, o Virage, o novo Vanquish (ai, ai), o V12 Vantage.
Carros bonitos, poderosos, verdadeiros bastiões tecnológicos de um mundo que sucumbe à ideia de que carros não podem dar prazer, criar sentimentos. Que carros, e quem gosta deles, estão na contra-mão do progresso. Aston Martin conquista corações, Aston Martin continua, hoje, em 2013, tendo paineis, motores, carroceria, bancos feitos com extensivo e cuidadoso trabalho artesanal. A Aston Martin é onde o apaixonado por carros se encontra com o que realmente importa em um carro: a alma.
Eu nunca vou ter um Aston Martin. Eles são caríssimos, não são exatamente carros, são símbolos. São até ostentação. Se eu tivesse recursos para ter um é provável que não tivesse simplesmente pelo reconhecimento disso. Mas não importa. Os Astons são como obras de arte. Você não precisa tê-las, precisa senti-las. Saber delas. Só.
Cem anos de força, beleza e alma, celebrados pelo vídeo abaixo.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Cem anos de Aston
às 17:31 Marcadores: Atualidades, Cultura

0 comentários:
Postar um comentário