terça-feira, 1 de agosto de 2017

Bits, bytes e desafios

Eu preciso de coisas para fazer, para me desafiar. Depois do 8080 Monitor, me dei à novas empreitadas, a novos desafios. Se não, vejamos:

- Criar, do zero, minha própria distro Linux. Achei que seria desgraçadamente difícil, foi moleza. Escrevo essas linhas a partir do LibreOffice e as publico via Chromium, que roda dentro do SOSF 1.0, ou “Sistema Operacional Sem Frecuras”, o meu primeiro e bem exclusivo sistema operacional. Ele é rústico, simples, feio, ainda não está 100% pronto (sou eu, basicamente) e precisa desesperadoramente de alguém que o otimize com relação ao meu computador, porque essa autonomia de bateria de 30 minutos está simplesmente ridícula. Mas funciona e fui eu quem fiz.

- A derivada disso, aí sim vai dar trabalho, é adaptar o SOSF 1.0 para rodar no Raspberry Pi e aquele processadorzinho ARM ridículo. Na verdade, eu nem sei por onde começar (o que é um bom sinal).
- Sondar o curso de marcenaria para voltar às aulas que me fazem falta. Ainda sem novidades nesse campo. Não posso, curioso, ir lá tirar vaga de quem precisa de emprego, afinal de contas.
- Criar um emulador de Nintendinho usando os conhecimentos adquiridos na aventura do 8080 Monitor. Tem sido absurdamente difícil, o NES é uma máquina muito mais complexa do que o arcade e eu tenho me atrapalhado muito com endereçamento de memória. Vou tentar outra abordagem, passando tudo para Python, que deve ser mais fácil.
- Traduzir e desenvolver um fork do MOD Tarsier Space Telescopes do Kerbal Space Program. Tradução: feito, levei um dia e ficou bem engraçado - minhas piadas com entropia, pilhas não inclusas e toda a confusão relacionada ao fato de que o Hubble é míope me deixaram profundamente orgulhoso. Entretanto, mexer nos parâmetros para adequar o MOD ao que eu considero ideal tem sido bem difícil.
- Não vamos tocar no assunto do mandarim.
- Desenvolver o aplicativo do reversos.com. Já temos um alpha!

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