Este eu escrevi em 2007, por ocasião da morte de Ingmar Bergman. Se você não conhece o genial diretor sueco, vai aí a dica. Ninguém pode considerar-se um pouco culto se não assistiu, pelo menos, "O Sétimo Selo" (clique aqui e veja o jogo de xadrez, uma das cenas imortais do cinema, entre o cavaleiro e a morte). Não se trata de gostar do filme. Não é isso, trata-se de assisti-lo.
"Vivem dizendo pra largar esse negócio de pessimismo. Mas olha o Ingmar Bergman, era um tremendo pessimista, obcecado pela ideia da morte e do nada, e além de ter chegado aos 89 anos, comeu as principais atrizes suecas. E teve tudo o que fez na vida, até flatos, considerados patrimônios culturais da humanidade, eternizou-se, o desgraçado".

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