quinta-feira, 28 de maio de 2009

Vida em três atos

Eu sou todas essas revoluções
Eu vivo cada uma das tuas tormentas;
e das tuas torturas.

Me desfaço em mil pedaços a cada suspiro,
me completo e renasço a cada sorriso.
Sou eu a cada momento.

Pleno dessa afeição, confiante dessa sua indiferença
E inocente no clamor dessa crença;
te digo: não te esqueço.

Vivo todas essas revoluções num segundo.
Esqueço, desejo, penso, me revolto.
Te quero, te busco, me renego.

Vivo, padeço, amo, desisto.

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