Normalmente as pessoas tendem a não enxergar, ou a ver com preconceitos, a indústria dos games. Ninguém tende a levar muito a sério algo que nasceu como brinquedo e que foi crescendo ao longo das décadas e hoje, além de ser uma indústria milionária mais lucrativa que o cinema, tem enveredado no ramo da criação de produtos e desenvolvimento de conteúdo cada vez mais complexos e bem elaborados.
Hoje jogos simulam mais do que corridas de carro, estratégia em jogos onde você brinca de deus, morte e destruição em games de tiro. Vai muito além. Há, por exemplo, muito mais crítica social e inteligência no último GTA do que na grande parte dos nossos jornais.
Não é minha intenção, entretanto, fazer uma profissão de fé no sentido do real valor inexplorado dos jogos eletrônicos, que ainda perturbam a ideia de educadores e psicólogos retrógrados, que tendem a explicar o vazio existêncial de um adolescente violento e problemático por meio de influência dos jogos.
É aquela velha história: se a minha geração tivesse sido influenciada por jogos como Pac-man, estaríamos todos correndo em salas escuras, ouvindo músicas repetitivas e engolindo pílulas. É, eu sei, há quem faça exatamente isso em raves, dirá alguém. Aí eu contradigo, porque eu joguei também Super Mario e não me lembro de sair por aí pulando em cima de tartarugas, engolindo cogumelos e desafiando a gravidades em abismos medonhos.
Jogos não são mais negativos que, por exemplo, assistir o Pânico. Ou uma novela.
E tudo isso porque lia eu sobre novidades em matéria de games. Preciso renovar o estoque, logo lançam o Modern Warfare 2, eu mal comecei o Batman e o Need for Speed Shift tem tudo para me tomar tempo demais. Aí encontrei esse vídeo abaixo, da Scientific American, que explica a evolução da aplicação dos conceitos físicos nos jogos:
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Jogos são legais
às 18:58 Marcadores: Atualidades, Entretenimento, Mídia, Tecnologia

1 comentários:
Sou mais um Winnig Eleven, viu..
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