Ok, os puritanos dirão que a canção é de Bob Dylan e que é praticamente um sacrilégio mencionar qualquer música dele na voz de outra pessoa. Direi eu, cético impedernido, que não é bem assim. Não há nada que essa mulher, Joan, gravou que tenha ficado ruim. A voz dela é suave como aquele olhar doce que colhemos, quando temos sorte, no despertar da mulher amada.
Eu casaria com Joan Baez.
Ouvir canções assim fazem-me bem à alma. Me pacificam. E desejo, deste lado de cá, de todo o coração, o mesmo a quem me lê por aí, do lado de lá.
Apaziguado, vou agora dormir pensando na sensação doce que a voz de Joan me envoca. O diapasão da voz dela me soa na alma.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Rádio: Joan Baez - Forever Young
às 04:06 Marcadores: Memórias, Rádio blogue

1 comentários:
Prefiro a versão do Dylan, mas a Joan é foda demais.
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