domingo, 6 de dezembro de 2009

Azia

Sugiro uma nova poesia
quero um mundo novo,
duas, três, todas as rimas
versos de ofensa,
estrofes de heresia.

Presumo um mundo novo
recanto de sonhos perdidos
não quero prosa, quero diferença
quero rima e verso sem anestesia
e nenhum estorvo.

Serei um pronome pessoal
intransferível e oblíquo
ambíguo, um versejador egoísta.
Pós-moderno e surreal,
serei um poema dadaísta.

2 comentários:

Macaco Pipi disse...

NOSSA

PQ SERÁ ISSO ACONTECE?

Anônimo disse...

Gradei.